Bolsa Família poderá diminuir o número de pessoas beneficiadas

Foto: Rafael Zart/ASCOM/MDSA

O Bolsa Família está na mira do governo desde o ano passado. Prometeram para 2021, um programa mais turbinado, mas, pelo jeito que as coisas estão andando, as promessas vão ficar no papel.

Designed by @rafapress / shutterstock
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Uma das promessas era aumentar o número de pessoas que seriam beneficiadas neste ano pelo Bolsa Família. Na verdade é que, neste ano, recebem o benefício 100 mil pessoas a menos em relação ao grupo do ano passado. Isso porque, os repasses estão menores.

No entanto, o novo auxílio emergencial deverá oferecer quatro parcelas de R$ 250,00, atendendo parte dos beneficiários do Bolsa Família.

Como irá funcionar o novo auxílio emergencial?

Até agora, o que está sendo prometido pelo governo são quatro parcelas do auxílio emergencial, que deverá ser de R$ 250,00, e sendo pagas nos meses de março, abril, maio e junho.

Como nada ainda foi decidido, o Ministério da Cidadania ainda não divulgou o novo cronograma de pagamentos.

Quando for aprovado o auxílio emergencial 2021, os pagamentos serão realizados através do Caixa Tem, aplicativo da Caixa Econômica Federal (disponível em Android e iOS).

Atualmente, ele é usado também para pagamento das parcelas do Bolsa Família e do seguro DPVAT.

Em 2021, não será necessário você solicitar o auxílio emergencial, até porque o governo realizou um cruzamento de bancos de dados para saber quem deverá receber o benefício.

Não terão direito a nova rodada do auxílio emergencial

Quem estiver recebendo salário da iniciativa pública, como pensão ou aposentadoria, não receberão as quatro parcelas do auxílio emergencial. Sendo assim, sem a solicitação, a lógica de pagamentos também deve ser alterada.

Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil

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